Nossos Amigos os Animais.


No processo evolutivo, os animais, pouco a pouco, vão se modificando. A princípio possuem uma "alma-grupo" que, no evoluir das espécies, vai se individualizando. Aprendemos na escola, que a escalada evolutiva segue a seguinte ordem: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Fazendo uma análise e comparando cada qual, notamos que a espécie mais evoluída é a dos mamíferos. Poderemos nos perguntar: nós também não somos mamíferos? Sim, realmente somos, mas pertencemos ao grupo hominal. E o que nos diferencia das demais espécies? Nós já temos a faculdade da razão e uma inteligência já desenvolvida. Sobre nós impera a Lei do Livre Arbítrio e a Lei da Ação e Reação. Os animais possuem uma inteligência fragmentária, possuem sentimentos, mas sobre eles impera o instinto. E qual o papel deles junto a nós? Através das leituras, vamos adquirindo a consciência de que eles, como nós, estão passando por um processo evolutivo. Nós, buscando o aperfeiçoamento moral e espiritual, para um dia atingirmos as alturas angélicas; eles, evoluindo nas diversas espécies, para um dia reencarnarem no reino hominal. Em algumas literaturas é colocado que: "Nossa responsabilidade para com eles é a mesma do Plano Espiritual Maior para conosco". Então, estas pequenas criaturas que conosco comungam a jornada terrena e nos auxiliam, muitas vezes sendo sacrificadas em benefício da ciência para o bem da humanidade, merecem de nós respeito, compreensão, amor e auxílio em sua evolução. Devemos, pela responsabilidade a nós colocada, dar o melhor de nós a estes irmãos menores, pois este "melhor" estará guardado intuitivamente em seus corações e, quando passarem para o reino hominal, já terão dentro de si o amor. Poderão, então, ser pessoas melhores, evoluindo mais rapidamente pelos caminhos do bem e do amor. Já dizia Leonardo Da Vinci: "O dia em que o homem conhecer o íntimo dos animais, todo crime realizado contra um animal, será um crime contra a humanidade".

(Texto retirado do site: 
http://www.espirito.org.br)


A misteriosa Serra do Roncador..

                                                                                       Serra do Roncador 
       


A Serra do Roncador (MT), sem dúvida, é um dos lugares mais místicos do Brasil.
Muito há que se dizer sobre essa misteriosa região do Roncador, temerosa e inacessível, cheia de dificuldades.
Baseados em fatos tidos como lendas, muitas descobertas arqueológicas foram feitas, e muitos segredos que jaziam adormecidos no seio da Terra vieram à luz, porque uns poucos homens acreditaram nelas.
Como exemplo, citamos a redescoberta de : Tróia, Herculano, Pompéia, Nínive, Ur, etc.
Tudo que não se consegue provar aos olhos humanos, transforma-se em lenda, mas, atrás de cada lenda jaz adormecida uma verdade, pois é o fruto de uma realidade perdida, eco longínquo de fatos, quase sempre deturpados através dos tempos, mas nem por isso deixando de conter um fundo de verdade.
No ano de 1925 o explorador inglês Percy Harrison Fawcett, desapareceu na cidade subterrânea de Ibez na Serra do Roncador junto com seu filho Jack e o amigo Raleigh Rimel.
A expedição se converteu em lenda, já que objetivo máximo, era encontrar as chaves da cidade Atlantes que estaria intacta e que sua entrada se situaria numa cavidade subterrânea.
Até nossos dias, ainda há aventureiros que esperam encontrar esse lugar que havia absorvido a muitos anos aqueles exploradores ingleses.
Acredita-se que nesse lugar se encontra o símbolo mais importante e poderoso do império incaico, chamado Disco Solar.
Na rota explorada em busca do el Paititi, se encontra um muro com símbolos que dariam as chaves para o ingresso a esse mundo subterrâneo, já que os mesmos indígenas Machiguengas, guardiãos do lugar, dizem que dentro dele vive gente.
PATERSON - Outro que não poderíamos deixar de citar é o eminente pesquisador Timothy Paterson, sobrinho do Cel. Fawcett.
É de nacionalidade inglesa, arqueólogo, explorador e esoterista, ex-oficial da infantaria do exército da Rainha da Inglaterra e já esteve por algumas vezes no Brasil.
Em 1.980, Paterson publicou um livro na Itália, onde estava residindo, intitulado O Templo de IBEZ (publicado no Brasil em 1.983), onde procurou explicar a origem de IBEZ (já mencionada anteriormente), enigma de caráter universal que oculta o mistério do Rei do Mundo.
Também tratou da expedição do Cel. Fawcett (seu tio) sob o enfoque iniciático e de seu desaparecimento na Serra do Roncador, além de tratar especialmente daquela região misteriosa no estado de Mato Grosso. Assim ele escreveu:
“A atual cidade de IBEZ no Roncador, da qual o Monastério Teúrgico do Roncador é um prolongamento externo, é presidida pelo Logos Solar dos Mestres Teúrgicos, chefiada por sua vez pelo ‘Quinto Senhor’”.
Na cidade subterrânea de IBEZ as pessoas se movem ainda entre a terceira e a quarta dimensões, onde ainda os ‘deuses caminham entre os homens’, como acontecia sobre a Terra antes de sua Queda.
Na cidade subterrânea de IBEZ no Roncador está conservado o resplandecente Homem de Ouro, que não é outro senão o El Dorado que os conquistadores espanhóis procuram em vão durante anos.
Também sobre o assunto, resumimos uma entrevista concedida ao jornal carioca O Globo, em 1939, pelo Instrutor-Chefe da S. B. E., Professor Antonio Castaño Ferreira (Coluna J do nosso Vem. Mestre), que saiu publicada com o seguinte título: Uma Montanha Sagrada no Roncador, já citada nos Textos Antigos: Baseando-nos na tradição secreta, de que esta Instituição é depositária, para afirmar os fatos estranhos sobre O Roncador, pois estamos ligados espiritualmente a todos os centros místicos do mundo, que conservam, desde a mais remota Antigüidade, uma ciência avançadíssima.
Tal ciência hierática e avassaladora pretende abarcar em toda a plenitude de sua intrínseca natureza, a lei que rege a evolução.
Por isso a nós outros é concedido o direito de sabermos não só da história de quantas civilizações já floresceram na Terra, como também das que vão surgir no futuro.
Todas as civilizações prendem-se, nas suas origens mais afastadas, a um centro orográfico que persiste na história, para uns, e na lenda para outros, como local sagrado onde os deuses se apresentavam, para confiar aos caudilhos da raça as grandes verdade que deveriam perpetuar-se em sua prístina pureza, no âmago das religiões.
Uma expedição norte-americana estipendiada pela revista The National Geografic Magazine, descobriu no Peru, próximo ao Rio Urubamba, as monumentais ruínas do império inca de Machu-Pichu, otimamente descrito na citada revista.
Daí se pode tirar a ligação de que Machu-Pichu se comunica subterraneamente com o Ararat brasileiro ou o misterioso Roncador. Os homens da “Bandeira Piratininga” poderão atingir o Roncador, encontrar as reminiscências de remotíssimas civilizações, tal como aconteceu com a expedição americana aludida acima, topar até com grandes seres, falar-lhes, mas os segredos propriamente ditos, do Roncador, e que constituem o cabedal de tradições milenares, e a razão cíclica de existirem centros como aquele, isso ser-lhes-á irredutivelmente negado.
(Esta entrevista, como se vê, foi realizada por ocasião da partida da célebre Bandeira Piratininga, que se propunha, entre outras coisas, a desvendar a realidade da existência da Serra do Roncador, tida por muitos como uma lenda).
A história sobre as causas que teriam arrastado Fawcett à aventura foi dada a público pelo bandeirante Willy Aureli, chefe e organizador da já citada “Bandeira Piratininga”, ao qual coube a glória de, arrostando perigos e com esforços sobre-humanos, alcançar a tão decantada Serra do Roncador, provando assim a sua real existência, dada como fictícia, pois jamais fora atingida nos tempos recentes por qualquer outra expedição.
Em seu livro intitulado Bandeirantes do Oeste, aquele sertanista dedica um capítulo inteiro ao Cel. Fawcett.
Diz ele: Foi quando surgiu no meu horizonte o Coronel Sir Percival Fawcett, o homem que até hoje atrai as atenções do mundo civilizado por ter desaparecido misteriosamente quando tentava alcançar a Serra do Roncador e descobrir, conforme ele mesmo declarara, os restos da mitológica Atlântida e um estranho povo que estaria vivendo nos contrafortes e dobras da cordilheira!
Em 1º de dezembro de 1951, a conceituada revista carioca”O Cruzeiro”, publicava uma reportagem de Bernard-Claud Gauthier sob o título: “A Verdade sobre Fawcett”.
Essa reportagem trazia um relato surpreendente, feito pela Sra. Nina Fawcett, que vivia na Suíça, da qual extraímos alguns trechos que nos mostram haver por trás dos fatos aparentes, a existência de outras personagens que, a seu modo, atuam de maneira diferente. Disse a Sra. Fawcett:     É possível que muita gente julgue excepcional, talvez mesmo incrível a história de nossa vida.
Mas o que vou dizer é a pura verdade. Tenho, atualmente, oitenta e um anos de idade e, quanto mais penso no passado, mais vejo nele a marca de uma misteriosa fatalidade... Depois de relembrar seu primeiro encontro com aquele que seria anos mais tarde seu esposo, relata madame Fawcett: Finalmente, a 29 de outubro de 1890, ficamos noivos.
E uma vez, logo depois deste dia, Percy (de Percival, o primeiro nome de Fawcett) contou-me uma história fantástica.
Antes de me conhecer, quando servia ele na guarnição de Trincomali, pequenino porto do Ceilão, foi abordado por um desconhecido, que esperava à saída da fortaleza. Era um homem alto e vigoroso, que trazia nos braços cruzados uma estatueta de Buda.
O homem se deteve, fez reverência, e entregando-lhe o sagrado objeto, falou com voz forte:
Mestre, escutai minhas palavras. Este Buda trará sorte para vós e vossa família, mas é preciso que nenhum criado toque nesta imagem, que deve repousar constantemente sobre um pedaço de seda amarela, cor da divindade.
E o misterioso mensageiro afastou-se sem dizer mais nada”.     Depois de recapitular vários trechos de sua vida, Mme. Fawcett chega, finalmente, ao ponto culminante da entrevista.
Eis, a seguir, suas próprias palavras, segundo o repórter que a procurara: Ficamos alguns meses em Londres.
Depois partimos para Marrocos e, mais tarde, para Hong-Kong. Meu marido trabalhava então pra o “Inteligence Service”.
Em fevereiro de 1903, tomei o navio para Ceilão, onde havia de nascer o meu primeiro filho. Jack. Foi nessa época que aconteceu a meu marido nova aventura extra-ordinária.
Antes de chegar à nossa casa, quando de sua vinda do Ceilão, encontrou seis astrólogos vindos especialmente do norte da Índia, para dar-lhe uma notícia: Mestre, disseram eles, um grande espírito aproveitou-se dos laços existentes entre vós e vossa esposa, para reencarnar entre vós.
Não mais voltareis a Hong-Kong e será aqui, durante as festas de Buda, no dia 19 de maio, que vossa mulher dará nascimento a um menino, que será pai de uma nova raça. Quando crescer, este menino irá convosco para terras longínquas do sul, onde ambos desaparecereis juntos ... vosso filho voltará ao seio de sua antiga raça... Sei que essa história pode parecer absurda – continuou madame Fawcett – eu própria não sei dizer o que ela encerra de verdade.
Mas o fato é que foi no dia 19 de maio de 1903 que Jack veio ao mundo.
E meu marido, depois de estudar longamente as doutrinas budistas, costumava perguntar-me:
Afinal por que será isso tudo impossível? Depois de alguns felizes anos passados em Ceilão, voltamos à Inglaterra, Fawcett começou a fazer viagens para a Grã-Bretanha, o Peru e o Brasil.
Percy estava na América. Começava a conhecer e a amar essas terras distantes, a respeitar os indígenas que as habitavam.
Sabia que era ali que estava escrito o seu destino.
Contudo, ao estalar a guerra, voltou à Pátria. Combateu com denodo na França. Terminada a guerra, regressou ao Brasil, levando consigo Jack.
Lembro-me, ainda, de suas últimas palavras: Até à vista! Seja sempre alegre!
O repórter que a entrevista forçou uma última pergunta:     Madame, acredita que seu marido tenha morrido nas selvas de Mato Grosso? Que hei de dizer-lhe? Haveria de responder para provocar um sorriso dos céticos, que continuo em contato telepático com meu marido, e que estou certa de que tanto ele como Jack, estão vivos, que creio nas palavras proféticas dos seis  sábios da Índia? Não, direi apenas isso: se amanhã ou depois, vir o coronel Fawcett e nosso filho entrarem pela porta do jardim, não me surpreenderei absolutamente.
Direi apenas como sempre: Alô!” Aqui termina a entrevista de Madame Fawcett, e também praticamente, a história de seu esposo.
Mas Madame Fawcett, ao dar-se crédito ao que vamos relatar a seguir, não disse ao repórter tudo o que sabia. Apanhemos novamente o livro “Bandeirantes do Oeste” de Willy Aureli, e transcrevamos mais um trecho do mesmo:     Agora, para fechar o parênteses, devo dizer da carta recentemente recebida pelo meu ex-companheiro da jornada de1938, o sr. Heinz Himmelreich, o Dr. Saúva do meu livro “Roncador”.
Essa missiva, deveras impressionante, foi resposta a determinada interpelação. Escreveu-a o cientista suíço, Dr. Arnaldo Bachmann, residente em Obern-Hergen, cantão de Zurich, das relações da senhora Fawcett.
Essa senhora exibiu-lhe o arquivo do marido e declarou que recebe, volta e meia, correspondência do esposo que todos julgam morto.
Disse que o coronel Fawcett se encontra em“zona pátria”, e com ele, o filho e o Dr. Rimmel.
Vivem entre os índios Kamayurás(Orizés-Procaizés), e que são brancos. Mostrou, a dama, interessantes fotografias tiradas pelo Dr. Rimmel e que ela recebe “por canais misteriosos”.
Um trecho dessa carta diz textualmente: “Eu tenho em meu poder documentos que, se publicados, levantariam tremenda sensação no mundo inteiro!
Mas só os publicarei quando da saída de minha expedição. Lady Fawcett não está mais interessada em custear expedições para procurar o marido, pois ela sabe ter Sir Percival Fawcett alcançado todos os escopos e não ter sido morto pelos índios, nem comido pelos cachorros e nem seus ossos dispersados pelos ventos!
No decorrer dos anos, chegaram da selva dos Morros Azuis, notícias para a Europa, por caminhos desconhecidos, sem qualquer dúvida, mas originais, de Fawcett está plenamente esclarecido com esses documentos que eu, logo após o começo de minha expedição, vou entregar ao mundo!
Aí estão um série de depoimentos sobre o caso Fawcett que tivemos que abordar longamente, a fim de bem elucidar aquelas afirmações aparentemente utópicas, com referência a um Centro Iniciático na região central do Brasil.
Não resta dúvida de que são muito estranhos os fatos que envolvem a vida daquele homem singular.
No Brasil existem remanescentes de quase     todos os grandes povos que habitaram, nos milênios passados, o nosso planeta. Aqui jazem remanescentes de etruscos,     pelasgos, egípicios, fenícios, babilônicos, persas, etc; para não falarmos nos atlantes, cujos descendentes degenerados podem ser encontrados em tribos perdidas na imensidão do nosso território.
Poderíamos nos alongar em citações que comprovam esta nossa assertiva, porém ela foge aos limites deste trabalho. Dia chegará em que se estudará convenientemente a história dos vários ramos raciais que povoaram o Brasil desde tempos remotos e nesse dia então iremos realmente compreender que no âmago das lendas e tradições dos seus remanescentes repousavam verdadeiros tesouros     históricos.
O Brasil é um imenso canteiro de povos e     aqui se deu e ainda se dará uma imensa     miscigenação, da qual surgirá aquela raça cósmica a que se referiu intuitivamente o   sociólogo mexicano José de Vasconcelos, quando ao visitar a nossa pátria assim se exprimiu:
“É dentre as bacias do Amazonas e do Prata,   que surgirá a Raça Cósmica, que realizará     a concórdia universal, pois será filha das  dores e das esperanças de toda a   humanidade”.
Publicada na Revista Dhâranâ, edição nº 5, 1979. Coordenação da matéria: Dirce Bonfá.









APRESENTANDO A EUBIOSE





                   SBE - Sociedade Brasileira de Eubiose.

(I)

Que é a Sociedade Brasileira de Eubiose e a que se propõe?

É uma entidade civil, sem fins lucrativos, originalmente brasileira, que veio para anunciar a nova etapa evolutiva que se inicia com o século 21, "portadora de melhores dias para o mundo" e caracterizada por um estado de consciência mais elevado para a Humanidade.


O que significa a palavra Eubiose?

Vem do grego eu (bem, bom) e biós (vida). Assim, Eubiose é ciência do bem-viver, no sentido da integração consigo mesmo, no mundo social e no Cosmo. É responder às perguntas da Esfinge (Quem sou? De onde venho? Para onde vou?) e sentir-se participante da grande aventura da Vida Universal.


Como surgiu a Eubiose?

Foi fundada em 1924, mas sua origem perde-se no tempo. No ciclo atual, surgiu com o nome de Dhâranâ Sociedade Mental Espiritualista, pois o Fundador tivera sua iniciação, em 1899, numa confraria budista do Norte da Índia; em 1928 passou a chamar-se Sociedade Teosófica Brasileira e finalmente, Sociedade Brasileira de Eubiose, a partir de 1969.


Quem foi o fundador?

Foi o Professor Henrique José de Souza, nascido em Salvador, Bahia, em 1883 e falecido em São Paulo, Capital, em 1963. Foi um sábio educador de homens, um gigante espiritual que só os séculos vindouros saberão avaliar.


A Eubiose é uma religião?

A palavra religião vem do latim religare, religar, tornar a unir coisas que se desuniram. A religião que divide a Humanidade em facções hostis umas às outras não é eubiótica. A verdadeira religião é a que procura entender e unir os Homens, sem distinção de raça ou convicções. É o caso da Eubiose, que a todas estuda e considera, podendo por isso ser chamada Religião-Síntese.




Mas existem templos...

Existem três templos: em São Lourenço (Minas Gerais); na ilha de Itaparica (Bahia) e em Nova Xavantina (Mato Grosso).

O da ilha de Itaparica é uma pirâmide assentada sobre uma base cúbica. Eleva-se a 22 metros de altura, dominando, do pico de uma elevação, a baía de Todos os Santos. Na forma de um obelisco, marca o ponto da concepção do movimento eubiótico, em 1899.

O de São Lourenço e o de Nova Xavantina têm a forma arquitetônica dos templos da Grécia clássica, um momento luminoso da História no qual Arte, Ciência, Filosofia e Religião comungavam à sombra desses monumentos. Um deles, o de Delfos, dedicado a Apolo, tinha estes dizeres no pórtico: "Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses". Concorde com esse pensamento, a Eubiose pode ser também considerada Religião-Sabedoria.

Os templos foram construídos em honra à paz universal, à síntese harmoniosa das religiões e ao futuro Avatara, que sempre aparece no início de cada nova era evolutiva, como a que está para começar.


Que idéia a Eubiose faz de Deus?

A Eubiose concebe Deus como a "Suprema Lei que a tudo e a todos rege". Assim, satisfaz ao intuitivo, ao artista, ao místico, que "sentem " Deus como Harmonia; e também aos intelectuais, que têm de admitir, por sólida evidência, que há ordem no Universo, que essa Ordem se realiza através das leis naturais, que estas são efeitos de leis ou causas mais abrangentes, e assim sucessivamente até chegar à Lei Última, que acaba sendo aquela mesma Entidade que os místicos chamam Deus.


Como é a Escola Eubiótica?

Segundo a didática do Professor, a Eubiose deve ser simultaneamente Escola, Templo e Teatro. É uma forma alegórica de dizer que ela se dedica ao aperfeiçoamento global do indivíduo, através das três vertentes fundamentais da personalidade: razão, emoção, vontade. Esses três setores são desenvolvidos de forma conjugada, para que aconteça uma verdadeira transformação interna: há Templo e Teatro na Escola, Escola e Teatro no Templo, etc. Como método pedagógico realmente integral, que considera o indivíduo em todos os aspectos da sua constituição, é uma verdadeira Escola Iniciática, na acepção do termo, porque fornece as chaves para que o aluno se transforme por si mesmo: "O mestre aponta o caminho; o discípulo segue sozinho até encontrar novamente o mestre, mas dessa vez dentro de si mesmo".




Como se desenvolve o Curso de Eubiose?

O Curso tem quatro graus. Cada grau tem seis meses letivos, com uma ou duas horas de aulas semanais. Primeiro, o aluno aprende conceitos novos e aprofunda os já conhecidos. Depois, estuda as ciências, filosofias e religiões, comparativamente, sob a luz das revelações do Professor. Por fim, terá uma visão mais ampla e precisa de mundo, podendo nele se encontrar, conscientemente, como ativo colaborador da Divindade.

No Curso são ensinadas certas práticas tradicionais e outras, criadas pelo Professor, que auxiliam no desenvolvimento das potencialidades bio-psico-mentais, propiciando também o equilíbrio fisiológico e emocional.


O que acontece após o Curso?

O aluno começa como sócio postulante. Concluído o quarto grau com aproveitamento é convidado a ingressar na Série Interna, tornando-se sócio efetivo. Entre outras prerrogativas, o sócio efetivo pode ler os originais do Professor, que compõem uma biblioteca de mais de quatro mil páginas, contendo revelações impressionantes sobre o passado, o presente e o futuro da Humanidade e do Globo. Na Série Interna há outros níveis e atividades para os quais os sócios efetivos podem ser convidados, conforme as suas qualidades.


Em que princípios a Eubiose se baseia?

Antes, a advertência de que não existem dogmas no colégio eubiótico; nem se nega a priori, sem detida cogitação, o que à primeira vista espanta. Os princípios doutrinários devem ser encarados, portanto, como pontos de apoio onde a Razão se firma para chegar o mais perto possível da Verdade. Superada uma etapa, passa-se à seguinte, sem renegar a anterior, como os degraus de uma escada, que forma um todo composto por níveis sucessivos.



Eis alguns dos pressupostos filosóficos da Escola:


A Constituição ternária do Homem - O Homem é formado por três veículos: corpo, alma e espírito.

O corpo físico e sua contraparte energética são formados com matéria da terra. Exaurida a parte energética, as moléculas se desagregam e voltam à terra. É a morte física.

A alma é uma forma mais sutil da matéria. Ela faz a intermediação entre o corpo físico e o espírito. É a personalidade. Desenvolve-se pelas forças da genética, dos próprios impulsos, da necessidade, do ambiente, enfim, através do "jogo da Vida". Ela também "morre", em tempo variável, após a morte física, mas deixa suas experiências impressas no espírito.

O espírito é a "Essência divina do Homem", a Individualidade, a Consciência. É o "modelo" em que a alma se pauta para alcançar a perfeição. Nele ficam gravadas, em resumo, as experiências das vidas. É o eterno princípio reencarnante.


A lei da Evolução - Tudo evolui, em todos os planos. O Homem não faz exceção. O espírito necessita do aprimoramento do corpo e da alma para se realizar cada vez em maior pureza. E assim, ele próprio evolui, adquire experiências. Quem imaginaria um troglodita interessado nas chaves filosóficas do Universo, em compor uma sinfonia, em discutir o melhor sistema para o aprimoramento da civilização?


A doutrina da Reencarnação - Os grandes sistemas religiosos e filosóficos sempre a admitiram. O Cristianismo adotou-a originalmente, durante séculos. Ela é indissociável da lei da Evolução. O espírito se realiza em muitas vidas, revestindo-se sempre de uma personalidade e um corpo diferentes, como um ator que representa inúmeros papéis em sua carreira.


A lei do Carma - É lei de Retribuição ou de Ação-e-Reação. Como lei, presta-se para estabelecer justiça e propiciar a evolução. O carma-castigo é uma visão distorcida. Por exemplo, se o indivíduo produz sofrimento alheio, consciente ou inconscientemente, noutra encarnação poderá vir na posição inversa, quantas vezes for preciso, não por punição mas para assimilar a "lição". Como na vida em geral, quem não aprende pela consciência terá de aprender pela insistência. A doutrina do Carma explica porque alguns nascem com grandes aptidões e são afortunados, enquanto outros só têm limitações e revezes na vida. Pode-se conceber um Deus justo, como se espera da Suprema Lei, sem a lei do Carma? Seria como um pai perverso que criasse filhos imperfeitos para entreter a sua eternidade em castigá-los.


A doutrina da sucessão dos avataras - Não seria justo que o Esperado viesse apenas num certo momento da História e para um único povo, em detrimento dos outros. Todos eles - Moisés, Buda, Cristo, etc. - são aspectos da mesma Essência. Um não é melhor do que o outro, mas têm características correspondentes aos povos e épocas onde se manifestaram. O próximo será a síntese dos anteriores, mais o seu próprio potencial. O próximo será a síntese dos anteriores, mais o seu próprio potencial. Nenhum veio para criar uma religião. Eles surgem no início de cada ciclo evolutivo para fundar um novo estado de consciência para a Humanidade. Jesus chamou de "casa de meu Pai" à sinagoga, pois era fiel à religião judaica. Ocorre que as pessoas esperam um Messias falando a mesma linguagem do anterior e até vestindo as suas roupas. Mas assim não haveria evolução. Daí resulta seu choque com o sistema, inclusive com as religiões que pregam em seu antigo nome e O aguardam; e também o sacrifício, sempre renovado em cada surgimento. Isso a Eubiose pretende evitar para o próximo, preparando as pessoas para o Seu advento.

Esses conceitos, e muito mais, se desdobrarão no Curso, abrindo um vasto e cativante campo de entendimento sobre a natureza do Homem e sua posição no Universo.


O que a Eubiose sabe acerca de mundos subterrâneos e discos voadores?

O Professor Henrique José de Souza tem o crédito dessas revelações, como atestam várias publicações. Mas apenas saciar a curiosidade não contribui para os objetivos de transformação interna a que a Eubiose se propõe. Porém, esses e outros assuntos, tão ou mais surpreendentes, serão abordados, com a devida profundidade, em contexto apropriado, no decorrer do Curso, posto que ajudam o aluno a ampliar a sua concepção do Universo. Depois, na Série Interna, tomará conhecimento direto do que foi deixado pelo Professor Henrique José de Souza.


Onde existem sedes da Sociedade e como freqüentá-las?

A SBE tem sedes regionais nas maiores cidades do país, em várias outras localidades brasileiras e também no exterior: Américas do Sul e do Norte e na Europa.

Para os que não têm condição de freqüentar uma unidade da SBE, há o Curso de Eubiose por Correspondência. Os que fazem o Curso por Correspondência podem chegar até ao quarto nível da Escola. A seguir, para ingressarem na Série Interna, deverão procurar uma das unidades da SBE.

(Fonte: 
http://www.eubiose.org/)



Sempre é Páscoa...



Renovação através do Renascimento...
Renascimento através da Renovação...
Parar um pouco é meditar..
Meditemos, pelo menos um pouco.. 

Sobre os nossos pensamentos, emoções, palavras e atitudes, que em verdade formam o nosso caráter, e deste, a nossa Alma. Esta alma, se expressa através do corpo, sendo que este diretamente, consciente ou não disto, influencia e se manifesta através das situações e pessoas que se apresentam em nossas vidas, invariavelmente. 
São os nossos valores que nos motivam e nos movimentam perante a vida, durante toda a nossa existência.
Na maioria da vezes vivemos como se fôssemos adolescentes, sem temor ou respeito pelos mais velhos, pelos erros já cometidos... 

Os adolescentes, em sua maioria, vivem como se nunca fossem envelhecer, fazem piadas das dificuldades daqueles que são mais velhos, das dificuldades físicas destes, do corpo já sem forma, que o tempo disforma, e da visão de mundo saudosista que os mais velhos têm.
Também fomos assim um dia, a maioria de nós...
Muitos, já não mais adolescentes, ainda vivem como se nunca fossem morrer, parecendo que "algumas coisas", só acontecem com os outros...
Porém, na hora do aperto, na perda de alguém que amamos, de uma doença etc.. somente nesta hora que a maioria de para para pensar e meditar, ver qual o verdadeiro sentido e real valor da vida, da própria existência em si.
Geralmente, é no pior que o ser humano desperta o seu melhor, sabe-se lá porquê...
Isto nos leva a crer que a lição ainda só é, e será aprendida, através da dor, e não do Amor... 
Grande propensão humana esta, ainda...
O momento pelo qual a humanidade passa é justamente este, o do Renascimento, o significado Real e Verdadeiro da Páscoa.
Enfim, acredito que um dia iremos conseguir enxergar o novo através do Amor, para realizá-lo de fato com Consciência, assim, praticaremos o Amor por Amor ao Amor,  e não por temor, seja este de Deus, ou do próprio erro, e das suas consequências...

AFC.